Flávia Abreu
O número de jovens que fazem intercâmbio tem crescido nos últimos anos. Segundo os dados fornecidos pela Belta (Brazilian Educational & Language Travel Association - associação de agências de intercâmbio), no ano de 2004, aproximadamente 42 mil brasileiros, na faixa de 18 a 30 anos, optaram por essa iniciativa, ante 35 mil em 2003. Essa experiência é um diferencial para o currículo do estudante e também para sua vida pessoal.
“A palavra intercâmbio significa troca, ou seja, além de mandarmos estudantes brasileiros para o exterior também recebermos alunos estrangeiros” explica Cristiane Sousa da agência IED – Intercâmbio Cultural. Essa troca pode ser de experiências, cultural, comercial, entre outros sentidos, já que muitos jovens têm como objetivo não só aprender uma nova língua, mas também se divertir. Michelle Smith é americana e faz cursos de língua portuguesa e de antropologia na PUC. Ela afirma que a praia foi um dos pontos que a fez escolher a cidade carioca.
Características diferentes do Brasil, como clima e cultura, são fatores de maior influência na hora da escolha do país de destino. O estudante de 19 anos Gabriel Abranches afirma que escolheu o Colorado pois queria um país com clima diferente: neve.
Mas além de toda a diversão, fazer um intercâmbio hoje é uma alternativa conveniente de crescer profissionalmente. A maioria das empresas leva em consideração uma experiência no exterior durante o processo de seleção para uma vaga. Rodrigo Vilela, presidente da Empresa Júnior PUC-Rio confirma. “No momento em que selecionamos candidatos para a empresa, isso se configura como um ‘plus’, ou seja, um diferencial.”

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